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No ano seguinte ao da minha ida ao Vale, retornei a ERKS, munido de uma pequena filmadora com a intenção de registrar e viver alguma coisa a mais .
Na época, dúvidas quanto ao meu papel nesta encarnação, viam me visitar. Eu tinha estado em lugares especiais e conversado com pessoas especiais, seres especiais em diversos momentos em Uberaba, em Alto Paraíso de Goiás, em Brasilía , e, em Santo Antonio do Leite, Ouro Preto.
Situações diferentes, me apontavam um serviço não especificado dentro do espiritualismo. O que fazer ? Como a interferência do mental é grande, relembrava de ERKS e de sua naves. Quem sabe, não seria o momento de voltar!?
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Nesta época, tinha acabado de construir o Templo da Torre Violeta , em Santo Antonio do Leite, Ouro Preto, e a força e a presença da Luz sentida era fantástica. Por dois anos publicava o Jornal da Torre Violeta e mais tarde , os Boletins da Torre Violeta Isto implicava em tremenda responsabilidade.
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LOCAL DE MEDITAÇÃO DENTRO DO TEMPLO
E, assim, naturalmente, voltar a ERKS com a velha pergunta dos buscadores : E AGORA ? QUE QUERES QUE EU FAÇA ? Me parecia ser o que devia ser feito.
Como tudo fluiu naturalmente para o fato, ; assim, então, voltei muito feliz àquele lindo lugar .
Quem retornava,a personalidade ou o ser interno, não era o mesmo da primeira vez. Contudo, internamente, muitas das indagações interiores que tinham me levado até lá da primeira vez ainda permaneciam e de alguma forma esperava encontrar novas respostas.
Entrei dessa vez em direção ao Vale de Erks , na intenção de acampar no centro do Vale.

Quando me encontrava na imediações do Vale, que dava acesso ao centro , um relâmpago de memória aflorou e me recordei de um sonho que tinha tido exatamente naquele lugar, exatamente é a palavra para descrever a situação.
Parei, diante do alerta e recordei que no sonho as árvores - aquelas mesmas magras e ressequidas árvores que alí estavam, não permitiam a passagem.
No sonho, os galhos viam em minha direção e impediam que eu prosseguisse mais além.
Assim, eu parei por ali . Naquele instante, então, decidi não prosseguir e acampei ali mesmo antes das árvores do sonho a poucos metros da imensa clareira do Vale de Erks.
Durante o entardecer , ao avistar os últimos contornos do vale ; observando o início da noite e uma radiante luz no céu, o vento intenso me trouxe a lembrança das palavras de Trigueirinho quando da sua Iniciação maior aqui neste lindo lugar.
Também eu buscava minha própria Iniciação naqueles contatos com uma realidade nova, com um ser interno e com novos conhecimentos.
RELATO DE TRIGUEIRINHO (No Vale de Erks)
As dezenas de livros de Trigueirinho dispensam comentários sobre seu trabalho.
Trigueirinho com o apoio de um Guia denominado O Plêiade - em suas diversas visitas ao Vale de Erks, passou pelo incrível processo de Iniciação chamado por ele de TRANSMUTAÇÃO.
A INICIAÇÃO -TRANSMUTAÇÃO DE TRIGUEIRINHO NO VALE DE ERKS |
"Esta segunda noite foi muito silenciosa, também no plano físico. O plêiade quase não falava, a não ser em certos momentos, para ajudar-me a compreender fatos para mim inéditos. Eu SABIA que, em nenhuma encarnação anterior, em nenhum outro mundo, em nenhum outro planeta, eu jamais passara por algo semelhante. Em outros tempos, me teriam falado ao ouvido: "Aprendeste a lição. Guarda-a para sempre". Mas ali, naquele momento, nada me foi dito. As naves continuavam seu movimento, que parecia constituir uma imensa meditação. A noite era silenciosa. Era grande a quietude. Em noventa minutos do relógio terrestre passou-se uma eternidade. Luzes surgiam atrás das montanhas, no plano físico. Seres provenientes de outros centros (e alguns desses centros eram maiores que ERKS) faziam-se visíveis daquele modo. Nesses casos, eu não via naves, mas apenas imensos clarões. De repente, uma luz maior se aproximou, atravessando o Vale. Parecia vir ao meu encontro. estava ainda distante quando o plêiade anunciou: "Esta representa a sua Mônada". O fato aconteceu sem maiores obstáculos e sem que eu vitalmente o notasse. DAÍ POR DIANTE EU ERA OUTRO, SÓ ISSO. Aquela luz representava, no plano físico, o meu Guia de Formação o que é impossível explicar. Percebi que "fui formado", "que sou formado", "que serei sempre formado" e que essa formação jamais terminará. AQUELE era o MEU GUIA. Naquela noite silenciosa percebi, internamente, que viveria as noites seguintes sem trazer comigo máquina fotográfica. "Sim", disse o plêiade, "deixe-a de lado um pouco". O tripé fora então colocado dentro do carro e todo o equipamento fora guardado, quando me veio a ordem; "Olhe para o Vale. Você vê a energia?" Sim, eu a via. De ponta a ponta, pairava na atmosfera algo sutil, algo que parecia uma neblina, mas que não era aqueles seres haviam-na formado. A luz que era o meu GUIA já se interiorizara completamente. O silêncio era grande, perceptível. "Vá", disse-me o plêiade quase em surdina; "estão chamando, atravesse a pé o Vale. Passe através da energia". Comecei a caminhar. As pedras da pequena estrada não eram obstáculo. Havia uma descida, que meus olhos físicos não percebiam muito bem. Foi quando aconteceu um fato instantâneo: uma lua cheia, luminosa como jamais havia visto, surgiu por trás de um morro e iluminou o caminho a ponto de eu poder ver minha sobra projetada no chão. O luar, fortíssimo, não era só luz. Todo o lado direito do meu corpo era tocado por aqueles raios. Encontrava-se em ERKS uma parte minha (corpos emocional e etérico), a maior parte certamente e o símbolo do que lá ocorria estava ali representado pela luz da Lua que envolvia o meu lado direito. Esse processo pode ser estudado por aqueles que aspiram a libertar-se das leis terrestre-materiais. Por isso, começarei a descrevê-lo, dentro dos limites permitidos pela palavra. O trabalho dos Seres que visitam a Terra é feito no presente momento em três níveis: No físico, há a preparação do indivíduo para a mudança dos genes e implantação de novos microórgãos em cada órgão do corpo atual; No espiritual, há uma purificação que abrange todos os planos suprafísicos que dela necessitem; No cósmico, abre-se a consciência do ser para o conhecimento universal. Tal oportunidade está aberta a todos, e quando o indivíduo a reconhece como a meta única de sua vida, as energias respondem e tudo se organiza. Tendo ele consciência disso, ou não, seu ser interior ( a Essência Cósmica a que, aqui na Terra, damos o nome de Mônada ou de espírito) coloca-o diante de novas leis. Isso assim se dá porque o homem despertou para a única finalidade da sua existência. EIS O QUE SE PASSOU COM O MEU SER NAQUELA NOITE, À QUAL CHAMEI DE NOITE DO BATISMO: A energia espiritual da Grande Fraternidade, representada pelas espaçonaves, serviu de mediação para que a energia cósmica pudesse ser introduzida nos meus níveis humanos. Entre aqueles Intermediários Celestes (prefiro chamá-los assim) havia um Hierofante (Ashtar Asghran) que, simbolicamente, constituía a minha Mônada encarnada naquele momento, e outros dois Intermediários que constituíam as polaridades elétricas positiva e negativa da energia. Naqueles momentos, o meu eu superior era polaridade negativa com respeito à minha Mônada e, ao mesmo tempo, polaridade positiva para a minha personalidade. esse duplo papel ele desempenhava com facilidade, sem que eu sentisse divisão alguma. O equilíbrio era perfeito, pelo menos do ponto de vista do meus consciente. Enquanto os Intermediários Celestes possibilitavam a introdução dos raios cósmicos em todo o meu ser, o meu eu superior possibilitava a introdução da vida cósmica na minha parte humana. A cidade de ERKS trabalhava junto com o meu eu superior. O plêiade que me acompanhava (desde a Atlântida, em perfeita união, como ele disse), havia-se declarado "o porteiro de ERKS", e essa designação calou-me profundamente, pois comecei a sentir, daí por diante, que eu também seria útil para outros seres, coligados internamente comigo através de laços de eterno amor. A partir daquela noite, foi posto em movimento um processo energético que jamais poderá ser interrompido. Meu ser entrara numa corrente cósmica da qual não tinha mais possibilidade de retornar. Era por isso que o plêiade irradiava tamanha alegria interior enquanto pronunciava: "Finalmente!"
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Relembrando estas palavras e a energia toda em redor, adormeci profundamente, deixando ligada a filmadora em direção ao centro do vale.
Na manhã seguinte, acordei , como quem desperta de um sonho bom. Não recordava nada. Apenas uma vontade de ir de volta para casa.
Estava completo e calmo.
Verifiquei a filmadora e nada tinha sido registrado.
Era a hora de sai dali, ir embora . O que eu tinha buscado ouvir , eu não tinha ouvido conscientemente, na lembrança do ego.
Mais tarde, na India, todavia,as mesmas palavras que naquela noite em ERKS eu ouvira internamente; eu ouviria , na doce palavra de Sri Satya Sai Baba.
Amigos!
Tudo o que fazemos em busca da Luz é Pouco!
A Luz está em toda parte, mas há certos momentos que temos que buscar A SOLIDÃO E O RECOLHIMENTO fora do mundo, fora de nossos círculos pessoais, fora do condicionamento da vida social, fora das prisões e das limitações das pessoas em nossa volta.
A NOSSA BUSCA É A NOSSA BUSCA, DE MAIS NINGUÉM! NÃO PODEMOS CULPAR NEM INCRIMINAR NADA NEM NINGUÉM.
E MUITAS VEZES......, TEMOS QUE NOS FORTALECER ............ANTES DE CONTINUAR A JORNADA ; ..........TEMOS QUE PARAR EM ALGUMA SOMBRA FRESCA DO CAMINHO............ , TOMAR UM POUCO DA ÁGUA ESPIRITUAL E COMPARTILHAR ....DE UMA PRESENÇA ILUMINADA.
VOLTAREMOS EM BREVE COM ESTE TEMA DESSE processo DE BUSCA QUE LEVA À Ascensão. ASSIM, Cada momento se soma a outro e lentamente nossa Ascensão vai sendo construída.
SAÚDO A TODOS COM FLORES AMARELAS!
VAMOS EM FRENTE!
PAZ!
Segue em COMENTÁRIOS SOBRE A INTENSIFICAÇÃO DA INICIAÇÃO SOLAR.