caleido.1.gif (16811 bytes)A ILHA DO SOL- SOBREVIVENTES DE POSEIDONIScaleido.1.gif (16811 bytes)

Conhecer a "Caverna das Inscrições" nas montanhas geladas dos Andes trouxe uma nova compreensão sobre a UNIDADE DO PLANO DA HIERARQUIA para as civilizações da Terra.

 

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Esta compreensão , eu já tinha em parte encontrado em Carlos Paccini e na palavras dos Mestres da Grande Fraternidade Branca; mas a cada momento, A UNIDADE DA VIDA, não era apenas uma questão moral, mas física – como uma lei matemática.

As civilizações que passam pelo Planeta , representam, espelham e manifestam as características das Conjunções Planetárias do Universo em que aquele Planeta transita a cada 2.160 anos.

Assim, sobre a Terra, já existiram civilizações de Peixes, Touro, Escorpião, Gêmeos e outras.- Civilizações de Ouro , de Ferro, de Bronze, de Pedra .

Em segundo lugar,estava muito feliz, porque tinha se tornado realidade, uma visão ocorrida na ILHA DO SOL, quando vim pela primeira vez ao Peru.

Vamos explicar.

Motivado pela palavras de Mestre MORYA, vim ao Peru em busca de lembranças..., experiências...., conhecimentos evolutivos ..na minha busca espiritual.

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PALAVRAS DE MESTRE MORYA

"Aqueles peregrinos que buscam ser guiados à Iluminação espiritual, de hoje em diante, serão atraídos pela América do Sul, tal como haviam sido anteriormente pelo Oriente.

Para este fim, os Senhores da Natureza e do Reino Elemental realizam os preparativos para proporcionar meios naturais de acesso ao até agora não tocado foco espiritual de Iluminação nas Montanhas dos Andes.

O Raio permanente entra no Planeta Terra por dois lugares.:

O Aspecto masculino entra pela Himalaia, no Oriente; e o aspecto feminino, pelo Lago Titicaca.

À medida que a Terra penetra mais profundamente nas vibrações do Sétimo Raio, o aspecto feminino mais se destaca".

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ILHA DO SOL

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O meu propósito era conhecer Machu Pichu no Peru e voltar ao Brasil.

Todavia, os caminhos nem sempre são em linha reta.

Atravessando o Lago Titicaca entre a Bolívia e o Peru, com um grupo de turistas americanos, fomos convidados pelo dono da embarcação a fazer uma pequena parada num lugar muito bonito, segundo ele, chamado A ILHA DO SOL.

Fiquei entusiasmado! Sabia que a Ilha era uma das elevações quando das transformações na superfície do planeta no afundamento da Atlântida.

Era uma linda manhã, com um leve sol nos céus!

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Olhar as águas do Lago Titicaca dava-me um prazer incalculável, pois tocando naquelas frescas e límpidas águas, de certa forma , eu estava tocando nas maravilhosas relíquias, tesouros, conhecimentos e objetos fantásticos que se encontrava no fundo, a espera do momento certo para emergir e tornar público a presença de civilizações extraterrestres na Terra.(Instruções em uma nave-mãe. Colonizadores II)

Desembarcamos e subimos pelas plantações de Coca (sim , coca - que produz a DROGAS; lá é liberado)

1a subida na montanha da Ilha do Sol (31557 bytes)

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A Primeira visão da Caverna nos Andes

No morro, a vista do Lago era magnífica.

Recordei tudo que sabia sobre a vinda dos primeiros atlantes na América do Sul e a medida que tais coisas surgiam, uma sensação de conforto e quietude me tomou.

OS SOBREVIVENTES DE POSEIDONIS

Encostei- me numa arvore e levemente um estado de torpor trouxe interiormente a visão de um tempo perdido onde se destacava  um grupo de peregrinos

Eles andavam por vales de neve e montanhas de pedra.

Era um grupo de exploradores sobreviventes da Atläntida.

Os atlantes que penetraram as matas rumo ao continente, procuravam lugares seguros de proteção.

As cavernas eram lugares ideais para um grupo tão grande.

Aknaton estava com seus familiares num grupo de mais de uma centena de pessoas.

O grupo subiu a montanha em busca de uma vista maior daquele vale.

Cansados, fizeram uma parada, quase no topo.

Ao descarregarem suas pesadas mochilas, uma das pequenas pedras que sustentavam outras duas maiores, cedeu pela pressão e deu abertura a uma entrada na rocha.

Este movimento, fez surgir um jato de ar quente, vindo de dentro da montanha.

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A descoberta foi um achado!

Mesmo cansados, iniciaram imediatamente os trabalhos de exploração do que parecia ser uma gruta.Um mensageiro retornou ao grupo maior para chamar os alquimistas e outros que ajudassem na exploração.

Os alquimistas prepararam as lâmpadas e o grupo desceu em busca da profundidade daquelas cavernas.

Teria vida animal, vegetal? Haveria Luz ou água mais abaixo ? Seria possível a sobrevivência do Grupo por quanto tempo? Haveria fontes de alimentação ? Serviria para as demais gerações de Atlantes?

Os túneis pareciam intermináveis.

Às vezes se alargavam para lugar a grandes praças e em quase todos os grandes salões, havia pequenos lagos e fontes de água.

A corrente de ar atravessava os demais túneis e era uma alegria geral, cada vez que um pequeno grupo retornava de explorações mais próximas.

A cada dia, um grupo saía e a cada dia avançávamos um pouco mais dentro da caverna.

Com a contínua corrente de ar, era escassa a umidade das paredes.

A Luz principal entrava por "grandes janelas" de pedra que existiam ao longo das galerias principais.

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Eram perfeitas, porque do lado de fora , haviam grandes precipícios que impediam a entrada de animais ou invasores.

A luz que era distribuída por espelhos de cristais (no interior usava-se as lâmpadas atômicas, conhecidas pelos sacerdotes) favoreceu à proliferação de plantas trepadeiras que ali existiam . Estas plantas tinham folhas grossas, saborosas e muito nutritivas. Delas se faziam muitas coisas; como a soja , hoje em dia .

Também haviam os musgos que cresciam na beira dos lagos e pequenos "peixes".

Em outras galerias, as paredes eram formadas de crustáceos, moluscos e mariscos, que estavam semi-petrificados, mas que fervidos, nas águas quentes dos lagos subterrâneos, passavam se sua mumificação a um estado que os fazia perfeitamente comestíveis.

Como a alimentação estava em parte garantida, os Atlantes iniciaram os esforços de construção interna das galerias para então ali – quem sabe, UM DIA ! - uma nova geração de atlantes pudesse surgir.

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A visão foi rápida e sintética.

O tempo é como alguns minutos.

O grupo de turistas se preparava para voltar e havia um longo caminho ainda até Machu-Pichu.

Era hora de voltar ao pequeno barco, demoradamente pensei sobre aquela Caverna.   Voltaria um dia para conhecê-la ?

Agradeci, profundamente, a visão da Caverna e a assistência espiritual naquela viagem.Pois como sabem, todos estes lugares estão fortemente protegidos por seres elementais poderosos e pelos espíritos dos que se encontram apegados às coisas materiais.

Porem, eu estava certo de que esta viagem seria especial e estava atento a  náo deixar passar nenhuma chance ou experiencia sem aprendizado.

Machu Pichu estava a frente !

MUITA PAZ ! FADA2.gif (51067 bytes)

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